A população da zona sul de Moçambique poderá disfrutar, dentro de dois meses, do serviço da televisão digital.
“Em termos de migração digital estamos num bom caminho…”, disse esta quarta-feira o Presidente do Conselho de Administração (PCA) da empresa de Transporte, Multiplexação e Transmissão (TMT).
O primeiro prazo de migração digital deveria ter acontecido em Junho de 2015, mas acabou por não acontecer.
Agora o segundo prazo passou para Dezembro de 2018 com a conclusão e activação dos centros emissores do sinal. “Em termos de rede de distribuição, neste momento, temos em execução cerca 65 por cento da rede, ou seja, dos 60 centros emissores 42 já estão concluídos e neste momento está a decorrer o processo de fiscalização e aceitação dos testes finais”, revelou Victor Mbebe, PCA do TMT, citado pelo “O País”.
Mbave garante que a zona sul até Janeiro poderá disfrutar dos serviços da televisão digital, serviço que se poderá alastrar para zonas centro e norte no princípio do próximo ano.
Porque a migração inclui a digitalização da televisão pública, Mbebe assegurou que sete dos 10 estúdios provinciais já estão a beneficiar da montagem dos equipamentos, sendo que os outros três estão ainda na fase da construção civil.
“Quanto aos estúdios centrais, estes estarão albergados no novo edifício que já está numa fase final e até princípio do próximo ano estará concluído e, consequentemente, os estúdios centrais serão entregues”, assegurou Mbebe.
Os serviços de televisão digital poderão custar ao bolso do cidadão cerca de 1200 meticais que, segundo Victor Mbebe, é um preço acessível e que está a altura do cidadão, além de ser o mais baixo do mercado.
“É preciso entender que sempre que há introdução de uma nova tecnologia implica um custo adicional para as famílias e não é diferente da televisão digital. Ela irá implicar um custo para as famílias com a aquisição do “decoder” que poderá estar ao preço de 1200 meticais. A população terá que gastar esse valor apenas uma única vez, o que lhe permitirá disfrutar de canais nacionais, sendo que os internacionais deverá pagar o valor correspondente a subscrição”, explicou Mbebe.
Resultados preliminares de um estudo sobre o nível de preparação das televisões privadas para migrarem para o digital apontam que cinco, das seis televisões que foram abrangidas pelo estudo, estão em condições de migrarem para o digital.
“Algumas televisões privadas já estão a transmitir em plataformas pagas, o que significa que já há alguma modernização dos seus equipamentos. Entretanto, alguns canais de televisão apresentam como dificuldades a importação de equipamentos, barreiras técnicas e recursos humanos que possam trabalhar na produção de conteúdos digitais”, disse Celestino Juanguete, consultor que fez o estudo.
(AIM)
FF
Mocambique: Zona sul poderá disfrutar dos serviços da televisão digital dentro de dois meses
A população da zona sul de Moçambique poderá disfrutar, dentro de dois meses, do serviço da televisão digital.
“Em termos de migração digital estamos num bom caminho…”, disse esta quarta-feira o Presidente do Conselho de Administração (PCA) da empresa de Transporte, Multiplexação e Transmissão (TMT).
O primeiro prazo de migração digital deveria ter acontecido em Junho de 2015, mas acabou por não acontecer.
Agora o segundo prazo passou para Dezembro de 2018 com a conclusão e activação dos centros emissores do sinal. “Em termos de rede de distribuição, neste momento, temos em execução cerca 65 por cento da rede, ou seja, dos 60 centros emissores 42 já estão concluídos e neste momento está a decorrer o processo de fiscalização e aceitação dos testes finais”, revelou Victor Mbebe, PCA do TMT, citado pelo “O País”.
Mbave garante que a zona sul até Janeiro poderá disfrutar dos serviços da televisão digital, serviço que se poderá alastrar para zonas centro e norte no princípio do próximo ano.
Porque a migração inclui a digitalização da televisão pública, Mbebe assegurou que sete dos 10 estúdios provinciais já estão a beneficiar da montagem dos equipamentos, sendo que os outros três estão ainda na fase da construção civil.
“Quanto aos estúdios centrais, estes estarão albergados no novo edifício que já está numa fase final e até princípio do próximo ano estará concluído e, consequentemente, os estúdios centrais serão entregues”, assegurou Mbebe.
Os serviços de televisão digital poderão custar ao bolso do cidadão cerca de 1200 meticais que, segundo Victor Mbebe, é um preço acessível e que está a altura do cidadão, além de ser o mais baixo do mercado.
“É preciso entender que sempre que há introdução de uma nova tecnologia implica um custo adicional para as famílias e não é diferente da televisão digital. Ela irá implicar um custo para as famílias com a aquisição do “decoder” que poderá estar ao preço de 1200 meticais. A população terá que gastar esse valor apenas uma única vez, o que lhe permitirá disfrutar de canais nacionais, sendo que os internacionais deverá pagar o valor correspondente a subscrição”, explicou Mbebe.
Resultados preliminares de um estudo sobre o nível de preparação das televisões privadas para migrarem para o digital apontam que cinco, das seis televisões que foram abrangidas pelo estudo, estão em condições de migrarem para o digital.
“Algumas televisões privadas já estão a transmitir em plataformas pagas, o que significa que já há alguma modernização dos seus equipamentos. Entretanto, alguns canais de televisão apresentam como dificuldades a importação de equipamentos, barreiras técnicas e recursos humanos que possam trabalhar na produção de conteúdos digitais”, disse Celestino Juanguete, consultor que fez o estudo.
(AIM)
FF
Relacionadas
-
Ponte Maputo/Katembe inaugurada em Novembro
-
China oferece material informático ao parlamento moçambicano
-
Regadio de Chipembe espera produzir cerca de 80 toneladas de produtos diversos
-
Nyusi apela ao respeito pelas áreas reservadas para fins militares
-
União Europeia dispõe de 50 milhões de euros para apoiar processo de paz