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Mocambique/Covid: Casos de infeccoes passam de 307 para 316 pessoas

04 Jun 2020
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Mais nove casos positivos e 11 recuperados da COVID-19 em Moçambique

Nas ultimas 24 horas, Moçambique registou aumento de mais nove casos positivos de Coronavírus, passando de 307 para 316 pessoas infectadas. Destes novos casos, três são menores de 15 anos. Entretanto, 11 pessoas recuperaram da COVID-19, totalizando já 109 pessoas anteriormente infectadas e livres da pandemia.

Mais uma subida dos casos positivos do novo Coronavírus no país. Esta quarta-feira menos acentuada em relação ao dia anterior. Foram nove novos casos, com a cidade de Maputo, que teve cinco casos, e Niassa, com quatro, a contribuíram para o aumento de pessoas infectadas pela pandemia da COVID-19, elevando o número de 307 para 316.

Dos cinco novos casos na cidade de Maputo, três são menores de 15 anos, o que faz com que pelo segundo dia consecutivo foram 11 crianças infectadas, totalizando já 38 menores padecendo da COVID-19. Enquanto isso, em Niassa um caso vem do distrito de Mavago e outros três do distrito de Lago. 

O Ministério da Saúde ainda não tem a resposta para estas novas infecções e, segundo Eduardo Samo Gudo, dos nove casos anunciados, oito são da vigilância activa e apenas um do rastreio de contactos com pessoas já infectadas.

“O único que é de rastreio de contactos é um caso de Niassa, Mavago, e os restantes oito, são da vigilância activa nas unidades sanitárias e agora temos que investigar para podemos aferir se se trata de uma cadeia nova, ou de uma cadeia já conhecida”, esclareceu Eduardo Samo Gudo, director geral adjunto do Instituto Nacional de Saúde.

Os nove novos casos positivos anunciados esta quarta-feira, são todos moçambicanos, sendo quatro pessoas sem sintomas, e cinco com sintomas leves a moderadas. Estes resultam de 315 amostras testadas no laboratório de referência do Instituto Nacional de Saúde, das quais 11 são de Cabo Delgado, 105 de Niassa, 05 de Nampula, 60 de Tete, 08 de Sofala, uma de Gaza, 57 da província de Maputo, e 77 da cidade de Maputo.

Mais 11 recuperados

Mas também há registo de 11 novos recuperados, sendo 7 da província de Maputo, dois da cidade de Maputo e um de Cabo Delgado. Dez, desses casos recuperados, são de nacionalidade moçambicana e um é de nacionalidade americana. Nove deles cursaram com sintomatologia leve e dois foram assintomáticos, tendo ambos cumprido o isolamento domiciliar durante o período da doença.

Assim, o país conta com um cumulativo de 316 casos positivos, dos quais 109 recuperados, dois óbitos da COVID-19, um óbito de causas associadas e 204 casos ainda activos.

MISAU não confirma atraso de uma semana das amostras de Inhambane

Relativamente a situação de Inhambane, que diz ter enviado 33 amostras para serem testadas na cidade de Maputo há mais de uma semana, o Ministério da Saúde esclarece que pode ter havido um mau entendido nas datas. “Nós não temos amostras de Inhambane. Pode ter havido erro de percepção. Nós temos amostras com atrasos de alguns dias, e o atraso não foi porque houve demora na testagem de amostras”, disse Samo Gudo.

Aliás, o director geral adjunto do Instituto Nacional de Saúde esclarece ainda que “a cadeia toda de colheita até a emissão de resultados é uma cadeia que, actualmente, é condicionada por aspectos logísticos”. Ou seja, “do colher amostras, empacotar, enviar para Maputo, é uma logística que as vezes pode levar dois a três dias, dependendo da província”, dando exemplo de Niassa que só tem dois voos por semana e que, por isso, podem levar até três dias ao máximo.

Mas para o caso de Inhambane, Samo Gudo diz mesmo que “não pode ser uma semana”, uma vez que diariamente o Ministério da Saúde tem interação com todas províncias para obter o ponto de situação das amostras colhidas e enviadas aa capital do país.

Evitar a estigma

O facto de o Coronavírus ser uma doença nova para muitas pessoas, pode gerar muitas dúvidas para as pessoas, segundo considera o Ministério da Saúde. E isso deve ser considerado uma situação normal, no entanto, segundo Rosa Marlene, directora nacional de Saúde Pública, “essas dúvidas causam pânico, devido a tendência natural do ser humano em desenvolver medo por algo que é novo”, o que faz com que, o facto de o vírus passar de uma pessoa para outra, “levar á uma tendência de culpabilização de outrem, pela doença”.

Assim, o Ministério da Saúde considera que o medo e a ansiedade sobre a doença podem levar ao estigma em relação às pessoas, e este comportamento, pode afectar negativamente as pessoas doentes, os provedores de cuidados, a família, amigos e comunidades.

“O estigma, pode trazer consequências negativas na prevenção e seguimento das pessoas infectadas pelo novo Coronavírus pois as pessoas podem esconder os sintomas por medo de serem reconhecidos e sofrer discriminação. O estigma pode contribuir também para o não cumprimento da quarentena ou para a não procura dos serviços de saúde”, considera o Ministério da Saúde que apela para união de todos na luta contra a discriminação e contra a COVID-19. 

“Encorajamos à todas as pessoas que estão em quarentena ou isolamento por suspeita de COVID-19, a cumprirem rigorosamente com as medidas de prevenção de forma responsável”, terminou Rosa Marlene, directora nacional de Saúde Pública.

No ranking mundial de países com COVID-19, Moçambique está na 153ª posição em termos do total de infectados, mas ocupa a 30ª posição dos países com crescimento rápido da pandemia, depois dos últimos casos anunciados.

(AIM)

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